Infelizmente não tenho só coisas boas a falar do Alessandro Palace, o hostel em que me hospedei durante minha estada em Roma. Apesar de bem recomendado, não era esse a minha primeira opção para a cidade. Pensava em ficar no The Yellow, que pelas fotos e pelos comentários parecia bem melhor do que o Alessandro Palace. Mas no dia em que decidi fazer as reservas, já não havia mais vagas no The Yellow para as datas que precisava.

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Mas conversa fiada a parte, vamos nos ater ao review do Alessandro Palace, no mesmo esquema dos outros posts sobre hospedagem aqui do Roteiros Possíveis.

LOCALIZAÇÃO – A melhor coisa do hostel, sem dúvida, é sua localização. O Alessandro Palace fica situado na Via Vicenza, 42, bem perto da Estação Termini, o que foi uma mão na roda para chegar do aeroporto e pegar o metrô para ir a outras partes da cidade. Apesar de muitas vezes ter preferido ir a pé. Como o hostel fica nas imediações da região central da cidade, dá para ir caminhando a diversos pontos de interesse. Em 8 a 10 minutos você chega a Fontana de Trevi, por exemplo. Próximo ao hostel está também restaurantes, lan house com telefones para alguma emergência, sorveterias, e comercios diversos, etc.

INSTALAÇÕES – O maior pecado do Alessandro Palace nesse quesito é a falta de conforto. As camas, ao menos no dormitório que fiquei, eram péssimas, com colchões molengos e pequena. Além de o beliche ser baixo e ranger muito, especialmente quando alguém de cima se mexia. No dormitório havia 8 pessoas contando comigo. Todos pareciam gente boa. Acabei não tendo tempo de bater muito papo com eles.

2415605O dormitório dava uma impressão de casa velha, uma cor na parede que lembrava, sei lá, uma casa de meados do século passado (no Brasil), com aqueles móveis de madeira, tudo marrom, do piso ao teto, sabe?! Mas isso nem me incomodava tanto. O pior mesmo era a cama, a falta de luz individual e de tomadas próximo. Só vi três tomadas no quarto. Havia uma no banheiro (que era dentro do quarto). O locker também era meio surrado, pequeno; e o meu cadeado não deu para fechar. Era preciso um de tamanho maior. Fui obrigado a comprar um na recepção (€ 5,00). O banheiro era normal (meio velho). Mas teve um dia que permaneceu sujo durante um tempo.

2415641.jpgFora do quarto, as coisas são melhores. O bar é bem animado, apesar de não tê-lo aproveitado muito. Há um elevador, mas nem precisei usar porque meu quarto ficava no primeiro andar. Há uma cozinha, mas também não usei, porque preferir tomar café na padaria e fazer as outras refeições em restaurantes.

SERVIÇOS – O serviço era bom. Às vezes o japa, que vez ou outra me atendia, não entedia o que eu falava. Um dos gerentes falava português, mas nem sempre estava lá. Eles me ajudaram com algumas informações. Não contratei o café da manhã, por isso, como disse, fazia o desjejum fora dali. Mas tinhas aquelas máquinas de lanche. E a internet era péssima, pelo menos dentro do quarto. Sempre tinha que descer e ficar na escada ao lado do elevador para tentar me conectar. No último dia, deixei minha mochila num quartinho, já que precisei fazer o check-out antes do meio-dia e só iria embora ao fim da tarde.

Comparado aos outros hostels que fiquei na Europa, esse ficou muito aquém, principalmente pelo valor investido (€ 29,00, a diária). A segunda diária mais cara que paguei, perdendo apenas para Paris. Em Barcelona e Madrid tive acomodações mil vezes melhores, e paguei muito menos por isso. Aproveite para ler minhas considerações sobre o Room007 Ventura, em Madrid, e o Sant Jordi Hostel Rock Palace, em Barcelona.

De qualquer forma, foi uma boa estada. Mas da próxima vez que voltar a Roma, vou tentar o The Yellow.

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P.S. Perdi minhas fotos do hostel. Ilustro o post com imagens do Booking.

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