Eh, trem bão, siô! Minas Gerais é um estado encantador e eu ainda não descobrir nem um terço do que há de bom por lá. Foram 5 noites muito agradáveis em que pude comer muuuito pão de queijo, tomar chocolate quente, experimentar as cervejas artesanais de lá e, claro, conhecer muita gente legal.

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De São Luís para Minas é chão. Para abrilhantar ainda mais a viagem tive a feliz companhia da minha amiga Eliete Zurc. Passamos primeiro em Brasólia e depois seguimos para Confins, nos confins do mundo mesmo, porque para chegar a Beagá ainda teria um bom pedaço de terra para percorrer. Pegamos lá mesmo no aeroporto um ônibus da linha Conexão Aeroporto que nos deixou na Rodoviária da cidade. Lá tomamos um táxi até o hostel Adrena Sport, na Savassi, um dos bairros mais legais da cidade. Mais tarde vou fazer minhas considerações sobre o albergue. Mas já adianto que foi muito bom ficar ali.

Deixamos as coisas no hostel e fomos almoçar. O staff do albergue nos indicou um restaurante próximo dali. O Churrasquinho do Manuel, que de diminutivo não tinha nada. Uma mesa muito sortida da gastronomia típica mineira e brasileira. Delicioso e barato. Era um desses restaurantes que serve o pessoal que trabalha na região.

Em seguida, fomos para um dos escritórios do Instituto Inhotim, que, coincidentemente, era bem perto do hostel, uns 5 minutos de caminhada até lá. Queríamos garantir nossa ida até o museu. Lá eles faziam o traslado ida e volta (R$ 60,00). Foi bem cômodo. Na verdade uma mão na roda. Aconselho quem estiver sem carro para ir até lá fazer o mesmo.

Voltando para o hostel, vimos do outro lado da rua duas coisas: a primeira a casa de Doces de Portugal, que vendia alguns dos quitutes mais saborosos daquele país. Um preço meio salgado, mas valeu a pena. Do lado estava a famosa A Pão de Queijaria, uma hamburgueria cujos sanduíches são feitos com pão de queijo, obviamente. Não sentamos ali, aguardamos a chegada da noite para voltar e apreciar as delícias do cardápio. Conto isso mais tarde, num outro post.

roteirospossiveis80Aproveitamos o fim da tarde para conhecer o Centro de BH. Passeamos pela Praça da Liberdade e vimos alguns dos seus prédios mais famosos, entre eles o Edifício Niemeyer, além de andar entre as palmeiras imperiais que ornam o logradouro. Tivemos a sorte de ter uma exposição no Centro Cultural Banco do Brasil. Também visitamos o Museu Vale cuja a exposição era inspiradora. Começávamos a sentir um pouco do que BH nos guardava. E eu estava ansioso por desbravar aquela cidade.

roteirospossiveis81roteirospossiveis82Passamos ainda no supermercado para fazer aquela compra básica, incluindo os lanches para a viagem do dia seguinte. Aproveitamos para experimentar as delícias de A Pão de Queijaria. Queríamos curtir a noite da capital mineira, mas acabamos chegando ao hostel e dormindo, porque estávamos cansados da viagem. E também porque o dia seguinte seria bem puxado em Inhotim.

Contudo, dava para sentir que a cidade era maravilhosa e cheia de graça. Era só preciso umas poucas horas de sono para me deslumbrar ainda mais com a cidade. E vocês, o que acham de BH? Quais as dicas de vocês?

Imagem de destaque é do Tuca Vieira.

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