Sempre volto ao Rio de Janeiro na esperança de ver o Cristo Redentor de pertinho. Mas acho que Ele está me dando motivos para retornar lá mais uma vez. Das três vezes que fui, houve sempre um imprevisto para que eu não chegasse ao topo do Corcovado. Sim! E isso para mim é frustrante. Tudo bem, o Rio tem outras infinitas possibilidades, mas como diriam: Ir ao Rio e não conhecer o Cristo é como não ter ido. Não me importo muito com isso, porque consigo aproveitar a cidade de outras formas, talvez até mais interessantes. Mas vai, ir até o Cristo deve ser uma experiência muito legal.

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Na primeira vez, estava a trabalho. O tempo era curto e mal consegui conhecer o centro da cidade. O Teatro Municipal, a Biblioteca Nacional, a Catedral Metropolitana, a orla de Copacabana, foram as poucas coisas que visitei. Cristo Redentor, mesmo, só da janela do avião. A segunda vez, tive um fim de semana um pouco mais tranquilo. Mas o mundo conspirava. O Redentor estava em reforma. Ninguém subia, ninguém descia. A não ser que tivesse uma credencial da empresa de construção civil. Frustante.

Fiquei empolgado quando tive a oportunidade de ir mais uma vez ao Rio. Seis dias seriam suficientes para a visita. Teria tempo de sobra para chegar pertinho Dele. Mas eis que surgem uma nuvem, duas nuvens, três nuvens, centenas de nuvens. A cidade estava chuvosa e a neblina cobria todo Corcovado. O bonde não andou. No hostel, o pessoal me dizia para ter fé que o dia ia melhorar e amanhã eu poderia subir. O sol foi aparecer  somente no último dia da viagem, quando não tinha mais tempo para subir o morro.

Se alguém conhecer a secretária Dele, me dá o contato para marcar uma horinha, porque a coisa não tá fluindo. Por enquanto, vou seguindo o conselho do staff do hostel… Enquanto houver amanhã, minhas esperanças de ver o Cristo serão renovadas.

Imagem reproduzida da internet.

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